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Coisas de Pele

Sempre é o tempo a nos desencontrar
Sempre ele a me exigir que acerte
Me impõe a intuição de entender-te
Lega-me a dor de não te abandonar

Soam incertas as minhas certezas
Sobram-te anseios de um querer difuso
E se inconstante lanço-me e te acuso
Entendo as marcas das minhas baixezas

E se ouço um sinal, uma agitação
Atiro-me a tatear teus anseios
Sem ter domínio ou mesmo os meios
Carrego as marcas no meu coração

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